quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Oficina História da Arte - PIBID



A partir da pesquisa para o banco de imagens (Chafariz Francês e Colunas Jônicas, arquitetura do Instituto de Educação, pela colega Aline), foi elaborada a oficina História da Arte, destinada aos estudantes da rede pública e privada de Porto Alegre. Eu e a bolsista Aline Zydec, ministramos pequenas exposições teóricas e práticas em dez encontros no total, uma por semana com três horas e trinta minutos de duração. Acontecem às terças-feiras na Faculdade de Educação, UFRGS, estamos no sexto encontro, com a participação de quatro alunas do ensino médio da rede pública. No segundo e terceiro encontros, contamos com a presença de, aproximadamente, quinze alunos da instituição Monteiro Lobato, do Bairro Restinga.

O sétimo encontro acontecerá, durante a oficina: Percurso na Redenção, dia dois de outubro, às 14h, durante o Salão de Extensão da UFRGS, aberto ao público das escolas: alunos e professores. Onde faremos uma caminhada pelos pontos históricos do Parque Farroupilha, iniciando na Rosa dos Ventos e finalizando na estátua do Gaúcho. Em caso de chuva, será apresentado um power point com história e imagens dos mesmos.

 Poster PIBID Artes Visuais apresentado por Aline Zydec  no Salão de Extensão                                                                                       
                                                                     
 

                                                                       

                                         
Oficina Percurso na Redenção, Salão de Extensão 02/10/2012, Museu da UFRGS

Fotos Sônia Braun




 Fanzine da Oficina de Máscaras, agosto 2012       
      
                                   

                                    Máscara em gesso e encáustica

                                                 


                                         

PIBID Artes Visuais UFRGS

O que é o PIBID?

Consiste em um Programa de Incentivo de Bolsas de Iniciação à Docência, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES. Destina-se aos graduandos e professores da rede pública com a orientação de professores/coordenadores  dos cursos das universidades federais.
Tem como principais objetivos: inserir os estudantes da licenciatura no cotidiano da rede pública, proporcionando experiências na prática docente, incentivando a integração do ensino superior com a educação básica e, assim, proporcionando uma maior efetividade da qualidade das ações acadêmicas voltadas à formação inicial de professores da licenciatura das instituições federais.
A primeira equipe de bolsistas (quatro alunos), foi em 2007, com duração de dois anos, onde atuaram em três escolas públicas, oferecendo oficinas e, na pesquisa e criação de um banco de imagens, como material de apoio pedagógico.

Banco de Imagens
Fotos pela bolsista do PIBID 2012, Taila Idzi




A minha participação no PIBID iniciou em agosto de 2011, com a coordenação da Professora Doutora Paola Zordan e, mais nove bolsistas do curso de Licenciatura em Artes Visuais. Durante este semestre, observei uma turma de sétima série do ensino fundamental na Escola General Flores da Cunha, situada em Porto Alegre. Por estar centrada próximo ao Parque Farroupilha, meu tema de pesquisa para o banco de imgens foi o Chafariz Francês, localizado no mesmo. Incluí a história dos oito chafarizes importados da França (dos quais existe, hoje, apenas a Fonte Francesa), a importância do Lago Guaíba, pelo abastecimento de água da cidade, a história sobre a fonte da avenida Avaí e o conflito com o, então, governador pela retirada desta fonte do local.


As obras:



Artista: Bruce Nauman
Obra: Auto-retrato como fonte
Ano: 1966-1967


Artista: Lucas Cranach,o velho
Obra: A fonte da Juventude,
Ano: 1546


 Chafariz Francês (ferro fundido), Parque Farroupilha (foto Paola Zordan)

Também destaquei para a pesquisa a procura da fonte da juventude no cinema, com o filme Piratas do Caribe.Este material de apoio pedagógico será finalizado em 2013, com sua distribuição nas escolas onde o PIBID atuou.







sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Quem sou...

Fabiana Branchina, estudante da graduação licenciatura em Artes Visuais, da UFRGS, quinto semestre e atuo como bolsista no PIBID (programa de incentivo de bolsas de iniciação à docência), desde julho de 2011. Dentro deste subprojeto, fiz parte do grupo dos  alunos que observou as turmas do ensino fundamental da escola estadual General Flores da Cunha e minha pesquisa para o banco de imagens, dedicou-se ao planejamento urbanístico do entorno da escola, mais precisamente sobre o Chafariz Francês, situado no Parque Farroupilha. É um material didático a ser utilizado pela equipe docente das escolas. Neste segundo semestre de 2012, estou na Escola Técnica Ernesto Dornelles, em Porto Alegre, observando e fazendo intervenções junto ao professor titular de artes visuais da turma; e uma intervenção para o início do próximo ano em conjunto com os PIBIDs da Filosofia e Ciências Sociais. Para mim, esta experiência de iniciação à docência reafirmou minha escolha da licenciatura, a qual sabemos não é fácil, mas é a vida e a doação de todos aqueles que optam por esta profissão. Posso afirmar, com maior ênfase por ter trabalhado em outras áreas e ter iniciado a graduação em Fonoaudiologia, a qual não concluí, pois as artes visuais sempre falaram mais alto e foi onde, realmente, encontrei minha motivação. Anteriormente, estudei violão clássico no Instituto Musical Verdi, onde fui professora deste instrumento por um tempo. E hoje, também trabalho com moda, costura, modelagem, criação e serigrafia.



Duas grandes paixões: música e gatos.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

A natureza como inspiração






                                                                                Desenhando na Redenção, POA, RS.







Carvão, adesivo e tinta



E o pensamento voa com a poeira do carvão





Trabalho realizado na disciplina de Fundamentos da Linguagem Visual I - IA -UFRGS

Sentados no chão, papel em frente, carvão, pó, tesoura, tinta, e o livro de memória toma forma...


Moldando o barro



Oficina de cerâmica - IA - UFRGS

Primeiro: amassando o barro, e se perde no tempo, amassa, modela e, como mágica, surgem as primeiras peças....


Primeira atividade
Usei na disciplina oficina de criação tridimensional ferramentas presenteadas por uma prima, ex-aluna do Instituto de Artes, guardadas por vários anos no fundo da gaveta, sabia que um dia seriam úteis. Aprendi a usá-las e com força, amassei, amassei e amassei o barro até moldá-lo na minha primeira peça: o livro de cerâmica. Projeto proposto partindo da ideia do livro de artista, usando como fonte o livro Página Violada de Paulo Silveira. Antes de iniciar a prática em si, fiz vários projetos para a realização do trabalho, onde me deparei com a primeira dificuldade, escolher qual usar. Decidindo pelo labirinto, inspirado em um livro infantil japonês, presente de uma amiga, minha ideia foi elaborar um livro aberto de onde brotasse um labirinto irregular de dentro das páginas, apresentando janelas em cada face, com uma estrutura que lembrasse um prédio e os percursos que fiz até aqui. Fiz duas peças nesta proposta, uma foi um livro menor com o labirinto no meio, impresso com letras e folhas de um velho livro recortadas e encaixadas na base. A outra foi maior e realizada em duas partes separadamente, uma página com o labirinto e a outra, com a palavra barro em relevo e um boneco sentado representando o leitor, que leva o conhecimento para dentro de sua casa (labirinto) e troca estas aprendizagens em suas relações pessoais. 
Muito curioso o processo de criação com barro, parece que ele tem vida própria... Pois meu primeiro trabalho não saiu como eu queria e, o segundo, foi uma surpresa, foi justamente o que havia planejado.

                                            Projeto                                                         Livro japonês
     



           Primeira peça                                                                                                Segunda peça    
                                                                                                            


Segunda atividade
Dialogando com o trabalho de Helga Gamboa.
A inspiração foi a obra da artista angolana Helga Gamboa, a qual traz em suas peças fatos e conceitos relacionados com a África e seus inúmeros problemas sociais.

          


         Peça inacabada
Projetei um vaso que representasse uma cabeça de mulher com os anéis de compromisso em volta do pescoço, apoiado em uma base com aberturas como janelas, onde colocarei fotos 3/4.
Utilizei a técnica do ocado na base retangular e cobrinhas na parte superior. Depois de queimado será pintado.